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Imagem: Débora Thomé :: Valeu, Bacha!

Proibido o quê?! (série “Tá russo!” chegando ao fim)

 

A placa que encerra nossa série de enygmas russos está meio cariada, é verdade, mas há de ser compreendida pelos amigos.

 

Pensei em tentar uns retoques no Photoshop, mas corria o risco do bonequinho se envaidecer e nos deixar sem a saideira das placas.



Escrito por mascavinhas às 08h50
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Imagem: Domino's Pizza

 

Uma máquina!

 

Os amigos futeboleyros hão de se lembrar da história do Gravatinha – aquele fantasma que, quando Nelson Rodrigues encontrava no Maracanã, era vitória certa do Fluminense.

 

Pois ontem à tarde meu cunhado se saiu com essa: “Vi um Gravatinha alvinegro! Hoje à noite nossa vitória é batata.”

 

Pensei: ou o coitado está sofrendo de uma overdose de sucesso (não perdemos há onze dias!) ou a superstição está tomando rumos patológicos.

 

Nada! Pouco depois, comprovou-se a sina do Gravatinha: Botafogo 4 a 0, em grande noite do novo crack Lima – abre o olho, Dunga!

 

E os jogadores do Paraná Clube, coitados, atarantados, mais pareciam entregadores da Domino’s em dia de tempestade.



Escrito por mascavinhas às 08h43
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Notícias do Chico

 

Já que não se pode linkar a edição eletrônica d’O Globo, que hoje traz matéria de João Máximo sobre a estréia de Chico em São Paulo, fui à cata de textos linkáveis que dessem conta do show.

 

Os dois que encontrei são meio ralinhos pro meu gosto, mas servem de aperitivo: o texto publicado em Nomínimo, no blógue de Xico Sá, faz um raio X da platéia – especialmente a ala feminina (sempre interessante quando se trata de Chico no palco).

 

O outro, do Globo Online, é mais emocionado do que exatamente informativo. Quando repórter (possivelmente uma personagem da outra matéria...) escreve que Chico se despede com Vida de artista (?!), desconfio que se trata de Na carreira, dele com Edu Lobo: “Pintar, vestir, virar um’aguardente para a próxima função...”

 

Seguimos aguardando janeiro.



Escrito por mascavinhas às 08h14
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Imagem: Débora Thomé

Proibido o quê?! (é verão na série “Tá russo!”)

 

Por hoje, nosso Sancho Pança deixa a birita de lado e põe o traje de banho pra curtir o sol moscovita.



Escrito por mascavinhas às 11h31
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Imagem: aupaAthletic.com :: www.aupaathletic.com

 

O contínuo e a secretária

 

A discussão política come solta no cafezinho:

 

Contínuo: Aquela juíza... Sei não... É estranha.

Serviços-gerais: Vou votar nela.

C: Pessoal do Trivela disse que ela não é cristã.

Sg: É o quê, então?

Cg: Sei lá... Diz que gosta de uns negócios aí...

Sg (prevendo a resposta): Do quê?

C: De mulher.

Sg: Então... Gosta do mesmo que a gente! Tem que votar é nela!!!

C (falando pra dentro): Vou votar pro Trivela.



Escrito por mascavinhas às 11h13
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Lembranças do Pixinga 2006

 

Cuiabá, Teatro da Universidade Federal do Mato Grosso. No meio do show, a mineira Paula Santoro e o amazonense Antônio Pereira dão um tempo no repertório de gafieira (a outra atração era Wilson das Neves) e dividem a toada de Angelino de Oliveira:

 

Tristeza do Jeca

 

Nestes versos tão singelos

Minha bela, meu amor

Pra você quero contar

O meu sofrer, a minha dor

Eu sou que nem sabiá

Quando canta é só tristeza

Lá no galho onde ele está

 

Nesta viola

Eu canto e gemo de verdade

Cada toada representa uma saudade

 

Eu nasci naquela serra

Num ranchinho beira-chão

Todo cheio de buraco

Donde a lua faz clarão

Quando chega a madrugada

Lá no mato a passarada

Principia um barulhão

 

Nesta viola

Eu canto e gemo de verdade

Cada toada representa uma saudade

 

Lá no mato tudo é triste

Desde o jeito de falar

Quando riscam na viola

Dá vontade de chorar

Não tem um que cante alegre

Todos vivem padecendo,

Cantando pra se aliviar

 

Nesta viola

Eu canto e gemo de verdade

Cada toada representa uma saudade

 

Vou parar c'oa minha viola

Já não posso mais cantar

Pois o Jeca quando canta

Tem vontade de chorar

O choro que vai caindo

Devagar vai-se sumindo

Como as águas vão pro mar



Escrito por mascavinhas às 10h31
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Imagem: Débora Thomé 

Proibido o quê?! (segue a série “Tá russo!”)

 

Temos, enfim, nossa placa de hoje.

 

Está na cara que o bonequinho da vez é um pau d'água incorrigível, mas o enigma permance: o que diabos faz esse vassourão na mão direita dele?



Escrito por mascavinhas às 12h56
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Imagem: Bossa, bossa, bossa :: http://blog.tilos.hu/bossabomdia

 

Ô, loco...

 

Sambão gravado à moda de gafieira, reza a lenda que este faz parte – junto com Voltei a cantar (Lamartine Babo) e Mambembe – do bloco de abertura do show que Chico Buarque estréia hoje em São Paulo.

 

Que janeiro – e a vinda de Carioca pro Rio – cheguem logo.

 

Dura na queda (Ela desatinou n º2)

Chico Buarque

 

Perdida

Na avenida

Canta seu enredo

Fora do Carnaval

Perdeu a saia

Perdeu o emprego

Desfila natural

Esquinas

Mil buzinas

Imagina orquestras

Samba no chafariz

Viva a folia

A dor não presta

Felicidade sim

O sol ensolarará a estrada dela

A lua alumiará o mar

A vida é bela

O sol, a estrada amarela

E as ondas, as ondas, as ondas

 

Bambeia

Cambaleia

É dura na queda

Custa a cair em si

Largou família

Bebeu veneno

E vai morrer de rir

Vagueia

Devaneia

Já apanhou à beça

Mas para quem sabe olhar

A flor também é

Ferida aberta

E não se vê chorar

O sol ensolarará a estrada dela

A lua alumiará o mar

A vida é bela

O sol, a estrada amarela

E as ondas, as ondas, as ondas



Escrito por mascavinhas às 10h26
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Imagem: Jurgen Nation

 

Essa não...!

 

Corre à boca pequena – e relevante – que a Rádio Nacional (1130 AM) está para perder sua programação musical.

 

Por determinação do Sistema Radiobrás (que comanda a Nacional desde a Ditadura), a emissora septuagenária deverá manter em sua programação apenas os noticiários.

 

Já os auditórios Radamés Gnattali e Paulo Tapajós – reinaugurados em julho de 2003, após obras e mais obras de restauração – seriam usados para palestras e debates.

 

Que tal...? Não é uma beleza?



Escrito por mascavinhas às 11h47
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Imagem: Débora Thomé 

Proibido o quê?! (ainda na série “Tá russo!”)

 

As placas seguem intrigantes, mas – reparem – são de uma dignidade ímpar.

 

Ao contrário daquele sujeito magrinho que conhecemos dos sinais de trânsito, o bonequinho russo é barrigudo confesso - desses que não estão nem aí pras calorias.

 

Mas e então...? O que diabos faz uma balança de padaria na placa?



Escrito por mascavinhas às 01h38
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Lembranças do Pixinga 2006

 

Juro pros amigos que a música deste pôste nada tem a ver com o momento arrasador do meu Botafogo (até porque, passado o título da canção, a letra é de uma paz pouquíssimo alvinegra).

 

É, sim, mais uma boa lembrança do Projeto Pixinguinha 2006, esta de maio, em Aracaju, na voz do gaúcho Vitor Ramil. Dividiram com ele o palco do Teatro Tobias Barreto o conterrâneo Flu e a carioca Kátia B.

 

Estrela, estrela

Vitor Ramil

 

Estrela, estrela

Como ser assim

Tão só, tão só

E nunca sofrer

 

Brilhar, brilhar

Quase sem querer

Deixar, deixar

Ser o que se é

 

No corpo nu

Da constelação

Estás, estás

Sobre uma das mãos

 

E vais e vens

Como um lampião

Ao vento frio

De um lugar qualquer

 

É bom saber

Que és parte de mim

Assim como és

Parte das manhãs

 

Melhor, melhor

É poder gozar

Da paz, da paz

Que trazes aqui

 

Eu canto, eu canto

Por poder te ver

No céu, no céu

Como um balão

 

Eu canto e sei

Que também me vês

Aqui, aqui

Com essa canção



Escrito por mascavinhas às 01h25
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Imagem: Ana Paula Malta

Carminha

 

Estreante no Mascavinhas, a pequena de onze meses - não é uma jóia? - aparece pra dar um alô aos amigos do titio.

 

Quem é que resiste a esses olhos?



Escrito por mascavinhas às 11h46
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Imagem: Débora Thomé

Proibido o quê?! (primeira da série “Tá russo!”)

 

Começa hoje a série de placas enygmáthicas que a estimada Bacha trouxe desde o Leste Europeu para exercitar a astúcia de nossos leitores.

 

Será mais fácil entender a proibição da placa ou os dizeres em russo?



Escrito por mascavinhas às 11h32
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Festa estranha com gente esquisita

Jorge Picciani, José Camilo Zito, Domingos Brazão, Jorge Babu, Flávio Bolsonaro, Chiquinho da Mangueira, José Nader, Gerson Bergher...

As outras eleições que me perdoem, mas o time de candidatos à Alerj é insuperável.

O telespectador do horário eleitoral fluminense (espécie de TV Safári) há de se perguntar: será este "dream team" um retrato fiel da situação do Estado do Rio ou será a situação do Estado do Rio um retrato fiel deste "dream team"?



Escrito por mascavinhas às 11h16
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