
Proibido o quê?! (série “Tá russo!” chegando ao fim)
A placa que encerra nossa série de enygmas russos está meio cariada, é verdade, mas há de ser compreendida pelos amigos.
Pensei em tentar uns retoques no Photoshop, mas corria o risco do bonequinho se envaidecer e nos deixar sem a saideira das placas.
Escrito por mascavinhas às 08h50
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Uma máquina!
Os amigos futeboleyros hão de se lembrar da história do Gravatinha – aquele fantasma que, quando Nelson Rodrigues encontrava no Maracanã, era vitória certa do Fluminense.
Pois ontem à tarde meu cunhado se saiu com essa: “Vi um Gravatinha alvinegro! Hoje à noite nossa vitória é batata.”
Pensei: ou o coitado está sofrendo de uma overdose de sucesso (não perdemos há onze dias!) ou a superstição está tomando rumos patológicos.
Nada! Pouco depois, comprovou-se a sina do Gravatinha: Botafogo 4 a 0, em grande noite do novo crack Lima – abre o olho, Dunga!
E os jogadores do Paraná Clube, coitados, atarantados, mais pareciam entregadores da Domino’s em dia de tempestade.
Escrito por mascavinhas às 08h43
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Notícias do Chico
Já que não se pode linkar a edição eletrônica d’O Globo, que hoje traz matéria de João Máximo sobre a estréia de Chico em São Paulo, fui à cata de textos linkáveis que dessem conta do show.
Os dois que encontrei são meio ralinhos pro meu gosto, mas servem de aperitivo: o texto publicado em Nomínimo, no blógue de Xico Sá, faz um raio X da platéia – especialmente a ala feminina (sempre interessante quando se trata de Chico no palco).
O outro, do Globo Online, é mais emocionado do que exatamente informativo. Quando repórter (possivelmente uma personagem da outra matéria...) escreve que Chico se despede com Vida de artista (?!), desconfio que se trata de Na carreira, dele com Edu Lobo: “Pintar, vestir, virar um’aguardente para a próxima função...”
Seguimos aguardando janeiro.
Escrito por mascavinhas às 08h14
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Proibido o quê?! (é verão na série “Tá russo!”)
Por hoje, nosso Sancho Pança deixa a birita de lado e põe o traje de banho pra curtir o sol moscovita.
Escrito por mascavinhas às 11h31
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O contínuo e a secretária
A discussão política come solta no cafezinho:
Contínuo: Aquela juíza... Sei não... É estranha.
Serviços-gerais: Vou votar nela.
C: Pessoal do Trivela disse que ela não é cristã.
Sg: É o quê, então?
Cg: Sei lá... Diz que gosta de uns negócios aí...
Sg (prevendo a resposta): Do quê?
C: De mulher.
Sg: Então... Gosta do mesmo que a gente! Tem que votar é nela!!!
C (falando pra dentro): Vou votar pro Trivela.
Escrito por mascavinhas às 11h13
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Lembranças do Pixinga 2006
Cuiabá, Teatro da Universidade Federal do Mato Grosso. No meio do show, a mineira Paula Santoro e o amazonense Antônio Pereira dão um tempo no repertório de gafieira (a outra atração era Wilson das Neves) e dividem a toada de Angelino de Oliveira:
Tristeza do Jeca
Nestes versos tão singelos
Minha bela, meu amor
Pra você quero contar
O meu sofrer, a minha dor
Eu sou que nem sabiá
Quando canta é só tristeza
Lá no galho onde ele está
Nesta viola
Eu canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudade
Eu nasci naquela serra
Num ranchinho beira-chão
Todo cheio de buraco
Donde a lua faz clarão
Quando chega a madrugada
Lá no mato a passarada
Principia um barulhão
Nesta viola
Eu canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudade
Lá no mato tudo é triste
Desde o jeito de falar
Quando riscam na viola
Dá vontade de chorar
Não tem um que cante alegre
Todos vivem padecendo,
Cantando pra se aliviar
Nesta viola
Eu canto e gemo de verdade
Cada toada representa uma saudade
Vou parar c'oa minha viola
Já não posso mais cantar
Pois o Jeca quando canta
Tem vontade de chorar
O choro que vai caindo
Devagar vai-se sumindo
Como as águas vão pro mar
Escrito por mascavinhas às 10h31
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Proibido o quê?! (segue a série “Tá russo!”)
Temos, enfim, nossa placa de hoje.
Está na cara que o bonequinho da vez é um pau d'água incorrigível, mas o enigma permance: o que diabos faz esse vassourão na mão direita dele?
Escrito por mascavinhas às 12h56
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Ô, loco...
Sambão gravado à moda de gafieira, reza a lenda que este faz parte – junto com Voltei a cantar (Lamartine Babo) e Mambembe – do bloco de abertura do show que Chico Buarque estréia hoje em São Paulo.
Que janeiro – e a vinda de Carioca pro Rio – cheguem logo.
Dura na queda (Ela desatinou n º2)
Chico Buarque
Perdida
Na avenida
Canta seu enredo
Fora do Carnaval
Perdeu a saia
Perdeu o emprego
Desfila natural
Esquinas
Mil buzinas
Imagina orquestras
Samba no chafariz
Viva a folia
A dor não presta
Felicidade sim
O sol ensolarará a estrada dela
A lua alumiará o mar
A vida é bela
O sol, a estrada amarela
E as ondas, as ondas, as ondas
Bambeia
Cambaleia
É dura na queda
Custa a cair em si
Largou família
Bebeu veneno
E vai morrer de rir
Vagueia
Devaneia
Já apanhou à beça
Mas para quem sabe olhar
A flor também é
Ferida aberta
E não se vê chorar
O sol ensolarará a estrada dela
A lua alumiará o mar
A vida é bela
O sol, a estrada amarela
E as ondas, as ondas, as ondas
Escrito por mascavinhas às 10h26
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Essa não...!
Corre à boca pequena – e relevante – que a Rádio Nacional (1130 AM) está para perder sua programação musical.
Por determinação do Sistema Radiobrás (que comanda a Nacional desde a Ditadura), a emissora septuagenária deverá manter em sua programação apenas os noticiários.
Já os auditórios Radamés Gnattali e Paulo Tapajós – reinaugurados em julho de 2003, após obras e mais obras de restauração – seriam usados para palestras e debates.
Que tal...? Não é uma beleza?
Escrito por mascavinhas às 11h47
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Proibido o quê?! (ainda na série “Tá russo!”)
As placas seguem intrigantes, mas – reparem – são de uma dignidade ímpar.
Ao contrário daquele sujeito magrinho que conhecemos dos sinais de trânsito, o bonequinho russo é barrigudo confesso - desses que não estão nem aí pras calorias.
Mas e então...? O que diabos faz uma balança de padaria na placa?
Escrito por mascavinhas às 01h38
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Lembranças do Pixinga 2006
Juro pros amigos que a música deste pôste nada tem a ver com o momento arrasador do meu Botafogo (até porque, passado o título da canção, a letra é de uma paz pouquíssimo alvinegra).
É, sim, mais uma boa lembrança do Projeto Pixinguinha 2006, esta de maio, em Aracaju, na voz do gaúcho Vitor Ramil. Dividiram com ele o palco do Teatro Tobias Barreto o conterrâneo Flu e a carioca Kátia B.
Estrela, estrela
Vitor Ramil
Estrela, estrela
Como ser assim
Tão só, tão só
E nunca sofrer
Brilhar, brilhar
Quase sem querer
Deixar, deixar
Ser o que se é
No corpo nu
Da constelação
Estás, estás
Sobre uma das mãos
E vais e vens
Como um lampião
Ao vento frio
De um lugar qualquer
É bom saber
Que és parte de mim
Assim como és
Parte das manhãs
Melhor, melhor
É poder gozar
Da paz, da paz
Que trazes aqui
Eu canto, eu canto
Por poder te ver
No céu, no céu
Como um balão
Eu canto e sei
Que também me vês
Aqui, aqui
Com essa canção
Escrito por mascavinhas às 01h25
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Carminha
Estreante no Mascavinhas, a pequena de onze meses - não é uma jóia? - aparece pra dar um alô aos amigos do titio.
Quem é que resiste a esses olhos?
Escrito por mascavinhas às 11h46
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Proibido o quê?! (primeira da série “Tá russo!”)
Começa hoje a série de placas enygmáthicas que a estimada Bacha trouxe desde o Leste Europeu para exercitar a astúcia de nossos leitores.
Será mais fácil entender a proibição da placa ou os dizeres em russo?
Escrito por mascavinhas às 11h32
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Festa estranha com gente esquisita
Jorge Picciani, José Camilo Zito, Domingos Brazão, Jorge Babu, Flávio Bolsonaro, Chiquinho da Mangueira, José Nader, Gerson Bergher...
As outras eleições que me perdoem, mas o time de candidatos à Alerj é insuperável.
O telespectador do horário eleitoral fluminense (espécie de TV Safári) há de se perguntar: será este "dream team" um retrato fiel da situação do Estado do Rio ou será a situação do Estado do Rio um retrato fiel deste "dream team"?
Escrito por mascavinhas às 11h16
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